sábado, 23 de janeiro de 2016


Todo mundo acha que seria legal viajar na velocidade da luz, motivo pelo qual cientistas devotam suas vidas em busca de respostas e faz a NASA tentar desenvolver sua própria dobra espacial. Calma lá, amigão: acontece que viagens espaciais super rápidas seriam fatais.

 

Um paper publicado na Natural Science joga na mesa da viagem à velocidade da luz um pouco do chato senso comum. Para percorrer grandes distâncias sem perder tempo, as pessoas precisariam viajar perto da velocidade da luz. Fazendo isso, elas cobririam grandes distâncias muito rapidamente e, graças a peculiaridades da relatividade, teriam a sensação de que se passaram apenas alguns poucos minutos graças a um efeito chamado dilatação do tempo que espreme a percepção temporal.

 

O problema é que viajar perto da velocidade da luz gera alguns outros efeitos também. Na Natural Science, Edelstein e Edelstein dizem que o hidrogênio em qualquer aeronave capaz de viajar na velocidade da luz também a impediria de fazer a viagem a essa velocidade. Eles explicam:

 

    “Infelizmente, na medida em que a velocidade da nave se aproximasse da da luz, o hidrogênio H interestelar, embora presente a uma densidade próxima de 1,9 atom/cm3, se transformaria em radiação intensa que rapidamente mataria os passageiros e destruiria os instrumentos eletrônicos. Além disso, a perda de energia da radiação ionizante passando pela parte externa da nave representaria um crescente aumento no calor que necessitaria grandes despejos de energia para resfriar a nave.”

 

Em outras palavras, viaje próximo à velocidade da luz e você será bombardeado por tanta radiação que morreria rapidinho. Mesmo que ainda seja possível criar uma nave capaz de viajar a velocidades próximas à da luz, ela não seria capaz de transportar pessoas.

 

Em vez disso, existe um limite de velocidade natural imposto por níveis seguros de radiação devido ao hidrogênio, o que significa que seres humanos não podem viajar a mais do que metade da velocidade da luz a menos que eles queiram uma morte rápida, imediata. Droga. [Natural Science. Foto por Reha Mark/Shutterstock] O designer Mark Rademaker e o cientista da NASA Harold White apresentaram o projeto de uma nave espacial capaz de transportar pessoas pelo universo a uma velocidade superior à velocidade da luz.

 

A viagem com velocidade superluminal é teoricamente possível, utilizando o chamado motor de dobra espacial (ou propulsão de Alcubierre) que faz um campo de dobra para criar mini dobras espaciais, o que põe a nave em movimento.

 

White é físico que passou anos para conseguir obter a velocidade da luz das naves espaciais. Em 2011, ele publicou um relatório em que apresentou, pela primeira vez, o conceito de movimento com velocidade superluminal. Agora, a sua equipe apresentou o projeto da nave que incorpora este conceito.

 

O espaço atrás da nave irá expandir-se rapidamente, empurrando-a para a frente. Usando este método, será possível atingir o sistema Alpha Centauri durante apenas duas semanas (a distância entre a Terra e este sistema constitui 4,3 anos-luz).
Leia mais: http://br.sputniknews.com/portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_14/NASA-publica-projeto-de-nave-capaz-de-viajar-mais-r-pido-que-a-luz-v-deo-6785/

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Essa ideia de colocar um ente, um objeto do mundo como deus para criticar a existencia de Deus nao faz nenhum sentido porque o que existe antes do Universo emergir, antes do tempo e do espaço, contem a totalidade desse univeso e um espaguete obviamente nao pode ter essa caracteristica, o mais correto seria Deus como uma função de onda ou um atomo primordial ou um campo original ou um universo maior e anterior, contínuo espaço tempo, uma singularidade
Ele quer dizer que você pode bota qualquer coisa como deus porque deus é absurdo mas é errado botar um objeto limitado no tempo e espaço para um plano anterior ao universo ou seja o que originou o universo exstia antes do universo fora do tempo e espaço, a religiao fala que deus é imaterial absoluto fora do tempo se o universo surgiu algo anterior o criou mas e nao havia nada material o que seria


Essa ideia de colocar um ente, um objeto do mundo como deus para criticar a existencia de Deus nao faz nenhum sentido porque o que existe antes do Universo emergir, antes do tempo e do espaço, contem a totalidade desse univeso e um espaguete obviamente nao pode ter essa caracteristica, o mais correto seria Deus como uma função de onda ou um atomo primordial ou um campo original ou um universo maior e anterior, contínuo espaço tempo, uma singularidade
Ele quer dizer que você pode bota qualquer coisa como deus porque deus é absurdo mas é errado botar um objeto limitado no tempo e espaço para um plano anterior ao universo ou seja o que originou o universo exstia antes do universo fora do tempo e espaço, a religiao fala que deus é imaterial absoluto fora do tempo se o universo surgiu algo anterior o criou mas e nao havia nada material o que seria

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

 Schrödinger's virus
An old thought experiment may soon be realised
Oct 1st 2009 | From the print edition


But what about the other eight lives?

ONE of the most famous unperformed experiments in science is Schrödinger's cat. In 1935 Erwin Schrödinger (pictured), who was one of the pioneers of quantum mechanics, imagined putting a cat, a flask of Prussic acid, a radioactive atom, a Geiger counter, an electric relay and a hammer in a sealed box. If the atom decays, the Geiger counter detects the radiation and sends a signal that trips the relay, which releases the hammer, which smashes the flask and poisons the cat.

The point of the experiment is that radioactive decay is a quantum process. The chance of the atom decaying in any given period is known. Whether it has actually decayed (and thus whether the cat is alive or dead) is not—at least until the box is opened. The animal exists, in the argot of the subject, in a “superposition” in which it is both alive and dead at the same time.

Schrödinger's intention was to illuminate the paradoxes of the quantum world. But superposition (the existence of a thing in two or more quantum states simultaneously) is real and is, for example, the basis of quantum computing. A pair of researchers at the Max Planck Institute for Quantum Optics in Garching, Germany, now propose to do what Schrödinger could not, and put a living organism into a state of quantum superposition.

In this section

    Avoiding the heffalump trap
    Dead in the water
    A clean break
    Schrödinger's virus
    Almost halfway there


The organism Ignacio Cirac and Oriol Romero-Isart have in mind is the flu virus. Pedants might object that viruses are not truly alive, but that is a philosophical rather than a naturalistic argument, for they have genes and are capable of reproduction—a capability they lose if they are damaged. The reason for choosing a virus is that it is small. Actual superposition (as opposed to the cat-in-a-box sort) is easiest with small objects, for which there are fewer pathways along which the superposition can break down. Physicists have already put photons, electrons, atoms and even entire molecules into such a state and measured the outcome. In the view of Dr Cirac and Dr Romero-Isart, a virus is just a particularly large molecule, so existing techniques should work on it.

The other thing that helps maintain superposition is low temperature. The less something jiggles about because of heat-induced vibration, the longer it can remain superposed. Dr Cirac and Dr Romero-Isart therefore propose putting the virus inside a microscopic cavity and cooling it down to its state of lowest energy (ground state, in physics parlance) using a piece of apparatus known as a laser trap. This ingenious technique—which won its inventors, one of whom was Steven Chu, now America's energy secretary, a Nobel prize—works by bombarding an object with laser light at a frequency just below that which it would readily absorb and re-emit if it were stationary. This slows down the movement, and hence the temperature, of its atoms to a fraction of a degree above absolute zero.

Once that is done, another laser pulse will jostle the virus from its ground state into an excited state, just as a single atom is excited by moving one of its electrons from a lower to a higher orbital. By properly applying this pulse, Dr Cirac believes it will be possible to leave the virus in a superposition of the ground and excited states.

For that to work, however, the virus will need to have certain physical properties. It will have to be an insulator and to be transparent to the relevant laser light. And it will have to be able to survive in a vacuum. Such viruses do exist. The influenza virus is one example. Its resilience is legendary. It can survive exposure to a vacuum, and it seems to be an insulator—which is why the researchers have chosen it. And if the experiment works on a virus, they hope to move on to something that is indisputably alive: a tardigrade.

Tardigrades are tiny but resilient arthropods. They can survive in vacuums and at very low temperatures. And, although the difference between ground state and an excited state is not quite the difference between life and death, Schrödinger would no doubt have been amused that his 70-year-old jeu d'esprit has provoked such an earnest following.

From the print edition: Science and technology

segunda-feira, 9 de novembro de 2015


1) Albert Einstein presented the theories of Special Relativity and General Relativity in groundbreaking publications that either contained no formal references to previous literature, or referred only to a small number of his predecessors for fundamental results on which he based his theories, most notably to the work of Hendrik Lorentz for special relativity, and to the work of Gauss, Riemann, and Mach for general relativity. 2) Subsequently claims have been put forward about both theories, asserting that they were formulated, either wholly or in part, by others before Einstein. At issue is the extent to which Einstein and various other individuals should be credited for the formulation of these theories, based on priority considerations.
3) The history of special relativity consists of many theoretical results and empirical findings obtained by Albert A. Michelson, Hendrik Lorentz, Henri Poincaré and others. It culminated in the theory of special relativity proposed by Albert Einstein and subsequent work of Max Planck, Hermann Minkowski and others. Wiki

1) Albert Einstein presented the theories of Special Relativity and General Relativity in groundbreaking publications that either contained no formal references to previous literature, or referred only to a small number of his predecessors for fundamental results on which he based his theories, most notably to the work of Hendrik Lorentz for special relativity, and to the work of Gauss, Riemann, and Mach for general relativity. Subsequently claims have been put forward about both theories, asserting that they were formulated, either wholly or in part, by others before Einstein. At issue is the extent to which Einstein and various other individuals should be credited for the formulation of these theories, based on priority considerations.
2) The history of special relativity consists of many theoretical results and empirical findings obtained by Albert A. Michelson, Hendrik Lorentz, Henri Poincaré and others. It culminated in the theory of special relativity proposed by Albert Einstein and subsequent work of Max Planck, Hermann Minkowski and others. Wiki

quinta-feira, 8 de outubro de 2015


 Os neutrinos podem ser a particula que se desloca acima da velocidade da luz, os tachyons, particula hipotetica que a partir das equações da Relatividade Geral poderia existir, se ela se desloca acima da velocidade da luz, viaja no tempo, vai ao futuro ou ao passado

sábado, 26 de setembro de 2015

 Matéria na forma de partícula que se transforma em campo perturbativo ou onda
sem localização, onda que se transforma em particula com o colapso ou decorrência
energia da expansão do Big Bang métrica FLW
energia é propriedade que permite a realização de trabalho
ação, transformação, ação de força sobre corpos gera calor
calor sem corpos no Big Bang. Sai do equuibrio como sem energia extra ?


A Mecanica Quantica comprova que a realidade como nós a conhecemos no nivel classico tem como fundamento um mundo estranho como o mundo quantico, onde as particulas nao possuem trajetoria e podem estar em qualquer parte do universo antes do colapso da função de onda, fenomenos como o emaranhado quantico apontam para uma comunicação acima dos limites espaço temporais entre fotions, a experiencia da escolha atrasada de Wheeler mostra que um foton que passou por uma fenda pode voltar atras e nao passar pela fenda quando o observador decide fechar, enfim, o mundo quantico motra que a realidade é estrtanha e existe uma inteligencia que atua acima da materia, a possibilidade de varios universos paralelos é outra teoria que ganha força, e a singulridade com um universo como um holograma criado por uma mente ou o universo como uma grande consciencia, tudo isso é dado observavel pela mecanica quantica e isso é praticamente identico ao que as religioes chamam de Deus Ver video da BBC Youtube Universos Paralelos A Mecanica Quantica é um mundo estranho que põe em cheque o realismo e o materialismo


Interações e colisões de fótons

Os fótons colidem e interagem de uma maneira análoga às demais partículas. É isso que, afinal, justifica a classificação dos fótons como partículas.

Apesar de sofrerem forças do tipo previsto pelo eletromagnetismo clássico, os fótons participam da interação eletromagnética (sendo os mediadores dessa interação). Na realidade, a interação eletromagnética ocorre como resultado da troca de fótons. Eis aí o que aprendemos nos últimos anos sobre as interações eletromagnéticas.

Imagine uma interação eletromagnética qualquer como, por exemplo, o afastamento de partículas portando cargas de sinais opostos. Ela ocorre, a interação entre as duas cargas, mediante a troca de fótons.

A interação eletromagnética se dá, basicamente, em duas etapas. Consideremos a interação entre dois elétrons. Na primeira etapa uma partícula (um dos elétrons), portanto uma carga negativa, produz um fóton (começou o processo de interação). Ao produzir esse fóton a partícula muda de direção (uma vez que o fóton carrega uma parte da quantidade de movimento do próton). Na segunda etapa, o outro elétron absorve esse fóton, com o impacto ele também muda de direção. O resultado é aquele da figura abaixo.

Hoje em dia imaginamos todas as interações fundamentais como resultante da troca de partículas elementares. Isto faz com que haja sempre um agente (no caso do eletromagnetismo, o fóton) mediador da interação. Os agentes mediadores são sempre partículas elementares. Assim, as partículas que interagem entre si nunca se tocam. A ação se dá à distância. Às partículas que fazem essa intermediação damos o nome de bosons intermediários. A particula conhecida como w é uma delas


A colisão entre um fóton e outras partículas ocorre com muita freqüência no nosso mundo físico. Para essas colisões valem as mesmas regras das colisões usuais, no sentido da conservação da energia e da quantidade do movimento. Um dos efeitos mais notáveis é o efeito compton. Nesse efeito o resultado que se observa é a colisão de um fóton com um elétron em repouso (vide figura abaixo)


Dependendo da energia do fóton e do sistema com o qual ele colide, podemos ter um número muito grande de possibilidades. Uma possibilidade é o fóton (ou os fótons) ser absorvido no processo de colisão. Nesse caso, sua energia e quantidade de movimento são integralmente transferidas para a outra partícula. Eventualmente, essa partícula pode emitir (posteriormente) outro fóton. Esse posteriormente significa um intervalo de tempo muito curto. Nesse caso dizemos que houve uma colisão elástica. No efeito compton, já mencionado, a colisão é elástica.

Se o fóton tiver uma energia muito alta, outra série de coisas pode acontecer. Por exemplo, se o fóton tiver uma energia maior do que duas vezes a energia de repouso do elétron ( ) o fóton pode desaparecer e produzir duas partículas (o elétron e a sua antipartícula, o pósitron). A esse processo damos o nome de produção de pares.


Se sua energia for extremamente alta, ele pode arrebentar um próton em vários pedaços, produzindo uma gama muito grande de partículas.

O método, de quebrar o próton em pedaços, se transformou nos últimos anos no melhor método de investigação da estrutura da matéria. A idéia é a seguinte: aceleramos prótons a energias muito altas (produzimos um feixe de prótons) e fazemos essas partículas colidirem com outros prótons. O ideal é termos um outro feixe vindo na "contramão" (isto é, na direção oposta).